12/21/2004 11:01:08 AM

Extra Extra

JK Rowling concluiu seu sexto livro. nova aventura se chamará: Harry Potter and the half blood prince ou Harry Potter e o Príncipe Bastardo. A editora britânica Bloomsbry já marcou o lançamento para 16 de julho. Quando será que ele chega em Pindorama? Certamente uns 6 meses depois… Antes disso vamos nos divertir lendo as traduções toscas que povoam a NET!

By the way, você já foi no site de JK? é muito legal!

Mande-me uma coruja

12/17/2004 11:53:14 PM

Você já foi ao IBEST, nêgo? Não? Então vá!

Desculpem ficar aqui enchendo o saco de vocês! Agradeço de coração a quem já votou “ni” mim! Mas é que está terminando o prazo da votação… então quem ainda não perdeu seu precioso tempo, dando uma votadinha básica, faça isso agora.

Eu estou concorrendo nas categorias: mulher, infantil e regional – Ba



Depois de votar passe aqui

12/13/2004 05:42:39 PM

Boa ideia pro Natal

A Pais e Filhos deste mês traz uma ideia deliciosa de calendário!

Me lembrou um outro muito comum lá em Portugal…

Imagine um calendário de parede de um mês só. Este é uma caixa fina (cabem chocolatinhos nela), com janelinhas mostrando cada dia do mês de dezembro até o 24. A cada dia tem um chocolate decorado com motivos natalinos. A criança acompanha o mes até o Natal, ganhando um regalinho a cada dia que passa.

Quando estive na Europa, 2 anos atrás, trouxe alguns desses pra umas crianças que eu gosto. Dei toda feliz. Delas só uma (Bela) usou o presente corretamente. As outras abriram todas as janelas, comeram de uma vez os chocolates e jogaram fora a caixinha. Eu fiquei triste… poderia ter comprado chocolates melhores e mais baratos. Comprei o calendário por sua magia. Bem, pelo menos Beloca curtiu.

E aí, vai fazer seu calendário?

12/10/2004 01:29:43 PM

Será que as crianças norte americanas pensam mesmo?

Diálogo entre pai e filho (Por Frei Betto)

– Pai, por que o nosso país invadiu o Iraque? – perguntou Billy, de 8 anos.

– Lá tinha armas de destruição em massa.

– Mas a TV disse que os inspetores não acharam nada.

– Os iraquianos esconderam. E nosso governo sabe que invasões funcionam mais que inspeções.

– Se tinham tais armas, por que não usaram quando atacamos?

– Para que ninguém soubesse que eles têm as armas. Preferem morrer a defender-se.

– Como um povo pode preferir morrer a defender-se?

– A cultura deles é diferente. Preferem morrer e ir logo para junto de Alá.

E lembre-se que Saddam Hussein era um cruel ditador.

– Como cruel?

– Torturava e matava gente.

– Como na China comunista?

– A China é diferente, seu povo trabalha para as nossas empresas, reduzindo os custos da produção e aumentando os nossos lucros.

– Mas a China não é comunista?

– É.

– E os comunistas não são maus?

– Só os comunistas da Coréia do Norte e de Cuba, que prendem e torturam gente.

– Como fazemos em Bagdá?

– É diferente. Nós prendemos e torturamos em defesa dos direitos humanos e a liberdade.

– Foi o que fizemos no Afeganistão?

– Lá foi por causa do Osama Bin Laden.

– Ele é Afegão?

– Não, é saudita.

– Como 15 dos 19 sequestradores suicidas do 11 de setembro?

– Sim.

– E porque não invadimos a Arábia Saudita?

– Porque o governo de lá é nosso amigo.

– Como era Saddam em 1980, ao combater o Irã?

– Sim, quem combate o nosso inimigo é nosso amigo.

– E por que temos inimigos?

– Porque muitos povos têm inveja do nosso progresso.

– Mas, pai, inveja não é problema do invejado?

– O invejoso de hoje pode virar o terrorista de amanhã.

– O que é um terrorista?

– É uma pessoa que não pensa como nós pensamos.

– Mas não defendemos a liberdade de opinião?

– Só a que não vai contra a nossa opinião.

– O Iraque nos atacou?

– Não, mas agora fazemos guerras preventivas, evitamos o mal antes que a semente dele caia na terra.

– Nós é que produzimos as armas empregadas nas guerras?

– Boa parte delas, pois a guerra favorece a nossa economia.

– Quer dizer que ficamos ricos às custas da morte de outros povos?

– É a lógica do mercado.

– Mas, pai, uma vida humana não vale mais que um míssil? Não foi isso que você me ensinou?

– Teoricamente sim, mas na prática não é assim. Para o mercado, só tem valor a vida que está dentro dele, a do consumidor.

– E as outras vidas?

– Filho, nada em excesso é bom. Muito vento causa furacão; muita água, enchente; muitas bocas, fome.

– Quer dizer que nós matamos como Saddam e o Talibã matavam?

– Nós matamos a favor da liberdade; eles, contra.

– Inclusive crianças como eu?

– Você não é como elas. Nâo temos culpa de nossos inimigos terem filhos.

– Deus aprova isso?

– Sim, nosso presidente fala diretamente com Deus.

– Como assim?

– Ele escuta a voz divina em sua cabeça. Deus o elegeu para fazer a guerra do bem contra o mal.

– Mas Deus e Alá não são a mesma pessoa?

– Billy, chega de perguntas. E, por favor, não confunda o nosso Deus com o deles!

Amem