2/28/2007 10:59:29 PM

A daminha e o Pajem

Lindos, né?

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2/8/2007 09:24:36 AM

Rebento

A exatos 4 anos eu e tornei mãe. Me lembro do turbilhão de emoções na minha cabeça. Da frustração de não ter tido um parto normal, de ficar doidona com a anestesia e não me sentir nada, de ameaçar arrancar o soro e ir pessoalmente buscar minha filha no berçario (demoraram muito pra me trazer o bebê), dela chegar enroladinha e eu ficar encantada (eu já sabia que todo recém nascido é feio e esperava qualquer coisa. O que veio foi uma boneca linda, sem amassados, com dois olhinhos puxados e cabelinhos pretos arrepiados), de tirar toda a roupinha e ver se não faltava nada ali, de contar seus dedinhos e me assombrar com a perfeição (até unha ela tinha); isso é claro enquanto minha mãe reclamava que o ar condicionado estava frio e ela ia ficar gripada. Lembro de querer logo colocar ela no peito e ameaçar de morte quem tentasse tirar Júlia dos meus braços.

Foi imediato e assombroso o amor maior que que nasceu junto com Júlia e com a mãe dela; Eu. Nascemos as 3 ao mesmo tempo (o amor é feminino beibes) e ali, com minha filhinha no colo, nada mais me importava.



Parabéns para nós