O Capitão do grande navio (e meu)

Ontem, 10 de fevereiro, foi o aniversário do nascimento do Mestre Gabriel: meu guia espiritual. Eu acordei e liguei o pensamento nele, mesmo decidida a não ir para a sessão, à noite. A semana está corrida, eu moro longe do trabalho, pouco estou vendo meus filhos acordados… tinha examinado e achado melhor, voltar pra casa, quando saísse da agência, ao invés de pegar estrada à noite para ir ao núcleo e só chegar em casa de madrugada.

Saí cedinho, sem meu uniforme no carro e vim trabalhar, trazendo Tom pra deixar na escola, no caminho. Como faço sempre, liguei o rádio do carro para ouvir o noticiário e antes de sintonizar na estação do jornal, ouvi uma música. Era um som bem bonito que eu ainda não conhecia, cantado por Maria Bethânia.

Prestando atenção à letra, vi que ela falava do Mestre (pelo menos pra mim) e entendi como um chamado dele para que eu fosse à sessão. Quando cheguei no trampo tratei de descobrir o nome da música e até encontrei um vídeozinho no iutube. À noite fui prestigiar o Mestre Gabriel, que ele merece.

Pra quem quiser ouvir a música, é essa aqui (mas sem a parte de viramundo)

2/6/2009 08:20:50 PM

Agindo como…

Júlia me chega com essa anteontem:

– Mãe, tem um menino na minha sala que a gente tá agindo como namorados

Eu me segurando pra não rir pergunto: -É mesmo, filha? e como é que age como namorado?

– Ele senta do meu lado na sala, segura na minha mão, a gente almoça junto…

– E tem beijo?

– No rosto…

– Ele é pretinho ou branquinho?

– Mais ou menos

– É alto ou baixo?

– Mais ou menos

-Tem cabelo escuro ou claro?

– Mais ou menos

– Poxa, esse menino é todo mais ou menos, ele pelo menos é bonitinho?

– É sim.

– E qual o nome dele?

-Ah mãe, isso eu não perguntei

Apideite

Hoje ela me contou que meu genro chama André.