Oitis

Aqui no Memorial quando chega essa época do ano, o oitizeiro fica carregado e os frutos caem em uma quantidade tão grande que por mais que a gente limpe, sempre tem uns amarelinhos de cheiro forte no chão (até mudei o lugar que estaciono meu carro pelo risco de levar uma oitizada no capô ou no vidro).

Não sei se vocês conhecem essa fruta mas é um trocinho ovalado, do tamanho de uma cajarana, amarelo e que tem um cheiro forte que me lembra pequi. Não conheço ninguém que coma o tal oiti, além de Jorge, rapaz que faz serviços gerais aqui no museu e garante que o fruto tem gosto de jaca.

Certa feita ganhei um livro muito bacana de tia Paloma: “Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil”.  Por desencargo de consciência resolvi pesquisar pra ver se lá estava o bendito oiti e se encontrava alguma luz do que fazer com a enorme safra que se acumulava no jardim. O que eu buscava estava na página 305… 3 receitas utilizando o fruto.

Subi até a lojinha e convenci D. Guida (quando vierem ao Memorial, tirem um tempo pra conversar com ela, vocês não vão se arrepender) a preparar a receita que me pareceu mais apetitosa: um bolo. Corri ao jardim para catar os frutos maduros e fornecer assim a matéria prima (pra facilitar).

Ela prometeu que na terça-feira teremos a iguaria prontinha para degustação. Reza a lenda que o acepipe fica parecido com um bolo de chocolate e além de gostoso é bastante nutritivo. Vamos servir com um cafezinho. Mantenho vocês informados.

Mais q uma pizza

Sexta-feira a noite e eu resolvo pedir uma pizza. Quando abro o Ifood, vejo uma pizzaria nova e desconhecida. Embora fosse meio carinha, resolvi arriscar: Pizza dos Deuses.Ao abrir o cardápio achei bonitinho, as pizzas mais estranhas, batizadas com nomes de Deuses antigos… escolhi uma de cogumelos chamada Hefesto, pra mim e uma Isis, de peru com geleia de amoras pra Tom. 

Depois de mais de uma hora esperando resolvi ligar pra pizzaria e saber o q estava acontecendo. 

– Boa noite, pedi uma pizza a mais de uma hora pelo aplicativo e nem sinal dela…

– É a senhora Maria que está falando? 

– A própria. EM carne, osso e fome.

– Nós estávamos com um problema e tentei ligar para a senhora… É que a senhora pediu uma pizza egípcia e uma grega. Nós não podemos misturar as duas, as massas são diferentes.

– Mil desculpas, é que eu não sabia que tinha que entender de mitologia pra pedir uma pizza. 

– Não se preocupe, já resolvi aqui, falei com meu superior e dei um jeitinho baiano (falou rindo).sua pizza já está saindo daqui, peço desculpas pela demora.

Desliguei o telefone com a certeza que nunca mais pediria nessa pizzaria. Mais um pouquinho de tempo passou e Tom desceu p buscar nosso jantar. chegou entusiasmado, avisando que tinha vindo tb um brigadeiro de brinde e ele já tinha comido. Continuou falando: -ele veio numa Burgman dourada com desenhos de Deuses e vestido de centurião romano. 

Quando me entregou a caixa, achei bonita e interessante. Comentei com o menino que rapidamente disse: -Você não viu nada, abra ela aí…

Mais um susto. A massa redonda, não muito fina, com dois sabores diferentes, terminava em pequenos rolinhos que pareciam dedos com as unhas pintadas de dourado (depois descobri que era ouro em pó, comestível).  Dentro de cada dedinho desses vem um pouquinho do recheio. 

Olhando com atenção a caixa vejo que optaram por ambientar o meu pedido no Egito. “No antigo Egito as pizzas eram confeccionadas para servir aos reis e pessoas consideradas mais próximas das divindades. As carnes das caças, consumidas pelos faraós e sacerdotes, eram colocadas por cima da massa de pão, para dar mais sabor à iguaria. Os banquetes eram acompanhados por instrumentos de corda e percussão, já que os egípcios acreditavam que a música fora inventada peo deus Toth. ”

Mais embaixo, um QR code e um convite: “ouça a fascinante música egípcia e mergulhe em uma atmosfera mágica, vivenciando um verdadeiro ritual oriental às margens do rio Nilo”

Bom comemos e nos regalamos. Muito mais que uma pizza tivemos uma experiência dos sentidos. Recomendo (só não invente de misturar os panteões)

Torta de Bruscheta ou salvando o jantar com uma comida Lavoisier

Tinha uma receita lá no Panelaterapia de uma torta de bruscheta que parecia gostosa e fácil de fazer e adaptar. Postei no face e uma amiga comentou, outra postou mais uma receita parecida e a conversa rendeu e foi me dando uma vontade de fazer a tal bruschetona.

Fui para cozinha assuntar o que tínhamos de recheio em casa e eu comecei a montar o prato…

Primeiro cortei 2 pães franceses (que aqui na Bahia são conhecidos como “pão cacetinho”)dormidos,  em pedaços grossos e arrumei num refratário.

Depois catei um bife que tinha sobrado na geladeira, duro como uma sola de sapato, e cortei em quadradinhos pequenos. Tinha um restico de nada de molho do bife que misturei com um pouco de Pomarola. Tirei dois tequinhos de frango da canja que tem pra a gente jantar, desfiei e juntei no molho. Piquei meio tomate sem semente e essa misturada toda joguei em cima das fatias de pão.

Encontrei um pedacinho de um queijo salgado artesanal na geladeira e piquei em cima do molho.

Na gaveta de legumes tinha uma abobrinha começando a murchar, eu, que não sou grande apreciadora da iguaria, resolvi usar um pedaço (só porque constava na receita oficial). Lavei bem lavadinha, tirei as sementes e ralei com casca e tudo em cima do pão com molho e queijo.

Achei uma única fatia de mortadela e cortei em listrinhas que salpiquei no prato.

Dos 3 ovos que a receita pedia na minha geladeira só tinha 1, usei-o bem batidinho… misturei com 150 ml de leite e uma colher generosa de requeijão cremoso (pra não abrir o creme de leite e tirar só uma colherada). Tinha um creme de cebola já aberto, dando sopa (com o perdão do trocadilho) que usei para temperar .

Joguei esse líquido por cima de tudo, cobri com mussarela (me recuso a escrever com cedilha, por mais que me digam que é a forma correta), coloquei um pouco de orégano e um fio de azeite e mandei pro forno pré-aquecido a 200 graus . ficou uns 40 minutos lá dentro e acaba de sair, lindo e cheiroso.

Não resisti e cortei ele ainda quentinho pra tirar uma fatia. Não é que o danado saiu gostoso?

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Cupcakes integrais

Primeiro minha amiga Nísia me passou um receita excelente de bolo integral sem ovos que ficou guardadinha no meu computador, aí apareceu em mim uma alergia esquisitíssima e meu corpo se encheu de feridinhas que coçavam mais que sarna. Precisei fazer umas mudanças na minha alimentação para alcalinizar o organismo e sarar mais rápido e cortei leite e derivados (menos o iogurte, de onde tenho tirado minha dose diária de proteína), carnes, cereais refinados e ovos.

Quem me conhece sabe que eu sou raceada com formiga e não dispenso um doce, por isso fui atrás da tal receita sem ovos e fiz algumas pequenas modificações para se adequar ao máximo à minha dieta. Fiz o primeiro bolo e pra minha surpresa todos da casa adoraram (isso é raro por aqui).

Primeiro bolo

 

imageDia desses precisei ir ao mercado e vi uma promoção que muito me interessou: na compra de dois pacotinhos de fermento Royal ganhava seis forminhas de silicone para fazer cupcakes. Levei um kit desses e da vez seguinte que fui para a cozinha além do bolo propriamente dito, separei um tantinho da massa e coloquei nas forminhas. Sucesso novmente; As crianças adoraram a novidade e eu também. Bolinhos individuais, fofinhos e macios que são ótimos, inclusive para serem levados para a escola como uma opção saudável de lanche.

Voltei ao mercado e antes que acabassem todos os kits, comprei mais 3, ou seja, tenho 8 pacotes de fermento transgênico (vocês já notaram que o fermento da Royal tem aquele maldito T?) e 24 lindas formas de silicone coloridas que são o tanto perfeito para a receita que eu tenho.

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Como o Caboclo Postadô não ia me deixar terminar este texto sem dividir essa receita com vocês, segue a dita cuja com as devidas mudanças que eu faço.. Podem testar em casa que eu garanto.

Cupcakes integrais (dá aproximadamente 24 bolinhos ou um bolo de bom tamanho)

ingredientes

2 xic. de açúcar mascavo
4 CS de manteiga (tentei mudar por óleo mas não ficou tão bom, essa é aa parte menos natureba do bolo)
4 xíc. de farinha de trigo integral (eu sempre troco uma pela mesma medida de farelo de aveia, ou ração humana ou algum outro farelo que eu tenha em casa)
2 xic. de leite (eu uso iogurte desnatado que eu faço em casa, ou então uma de iogurte e uma de soro de iogurte quando sobra do iogurte grego ou coalhada seca)
canela em pó a gosto
1 CS de bicarbonato de sódio (se não tiver reforce um pouco no fermento)
1 CS de fermento em pó

OBS.
Essa é a base. Se quiser bolo de maçã: descasque e corte 2 maçãs em cubinhos, bata o iogurte com as cascas no liqüidificador e com a massa pronta misture a maçã cortadinha antes de ir ao forno.
Se o bolo for de banana: amasse duas bananas prata bem madurinhas e misture na massa.
Dá pra adicionar ainda passas, ameixa, castanha de caju picadinha, semente de girassol, frutas cristalizadas… sua imaginação é o limite.
Modo de fazer
bata o açúcar e a manteiga até conseguir um creme esbranquiçado. Depois coloque metade do leite e da farinha e bata mais um pouco, coloque o resto do leite, da farinha e continue batendo.
adicione os ingredientes extras (castanhas, frutas…), a canela e continue batendo. no final coloque o bicarbonato e o fermento e bata um pouquinho, só pra misturar.

Ligue o forno em fogo médio, e enquanto a massa cresce um pouquinho unte e enfarinhe as forminhas.

Coloque a massa deixando um dedo de distância da borda e leve ao forno até o palito sair limpo.

a cobertura pode ser de ameixa: cozinhe a ameixa em um pouco de água até o caroço ficar soltinho, tire-o e bata no liquidificador com a água do cozimento e melaço de cana. Granola por cima e está pronto. (o de hoje eu cobri com geleia de amora homemade e coloquei uma amorinha em cima pra enfeitar)

É isso.

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Filhotes na Cozinha

Já perdeu até a graça falar que o Caboclo Postadô tá gordo, só me deixa falar de comida e etc… por isso vou pular essa parte e ir direto ao assunto.

Hoje a tarde resolvi ensinar as crianças a fazer bolo de caneca. Estava com saudades de gravar filminhos com eles e achei que seria uma ideia bonitinha (e ainda de lambuja me poupava de inventar ‘e fazer’ merenda). Peguei a câmera e gravei, primeiro Júlia e depois Tom, cada um do sei jeito, ensinando a receita, fazendo e comendo o resultado final. Depois fiz uma edição tosca no moviemaker e mandei pro youtube.

Juju que é chique e tem Blog próprio , postou seu vídeo. Tom ficou meio prejudicado e por isso não pude deixar de colocar aqui no Trapos, o filminho dele. Sei que a receita émanjada e todo mundo conhece, mas com um chef desses, quem não se encanta?

Bolo de Coração

É verdade que o Caboclo Postadô anda monotemático, o sujeito não tem deixado eu escrever a respeito de nenhum assunto que não seja comida. Eu penso em falar de outro assunto e quem disse que sai¿ Nem com reza braba.

A postagem mais vista e comentada de todos os tempos aqui no Trapos é a que eu falo do Bolo Arco-Íris (uma prova que comida sempre deu ibope por essas bandas), então quando em minhas navegações virtuais eu encontrei  esse bolo de coração, fiquei  doidinha pra dividir com vocês. Aqui vai ele.

Quero lembrar que a ideia não é minha e as fotos também  não são minhas. Peguei aqui ó:

Como de costume faço uma livre adaptação da receita mas vcs já sabem que até massa de bolo pronto serve (desde que seja branquinho).

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Imaginem a surpresa de cortar um bolo branquinho  e encontrar um coração encarnado dentro dele¿ lindo demais, né¿

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Vamos lá¿

Pra começar use 4 formas redondas de 25 cm e faça 4 receitas de bolo branco.

Eu gosto desta receita aqui:

Ingredientes (todos em temperatura ambiente)

200 g de manteiga

02 xícaras (chá) de açúcar refinado

04 ovos

03 xícaras (chá) de farinha de trigo

01 xícara (chá) de leite

02 colheres (chá) de fermento químico em pó

Modo de preparo:

Peneire a farinha junto com o fermento (isso é importante para garantir mais leveza ao seu bolo). Separe as claras das gemas.

Na tigela da batedeira coloque a manteiga, as gemas e o açúcar. Bata por uns 10 minutos até obter um creme clarinho. Despeje esse creme em uma tigela maior e vá alternando o leite e a farinha mexendo delicadamente com uma espátula até a massa ficar bem homogênea (não bata muito nessa estapa, apenas misture). Adicione as claras batidas em neve (ponto firme) fazendo movimentos circulares de baixo pra cima, envolvendo toda a clara na massa, girando a tigela.

Unte e enfarinhe as formas e asse em forno médio até o palito sair limpo.

ImagemE faça também uma receita de bolo Red Velvet ou veludo vermelho (para esse pode usar qualquer assadeira)

Ingredientes

5 ovos inteiros
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
1 pitada de sal
100grs de manteiga sem sal
1 colher (sopa) de cacau em pó
70g de chocolate meio amargo derretido
2 xícaras (chá) e 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
¾ de xícara (chá) de creme de leite
1 colher (sopa) de corante vermelho morango
1/4 de xícara (chá) de vinagre de maçã

Modo de preparo

Bata os ovos com açúcar. Adicione a manteiga derretida com o cacau em pó e o corante vermelho. Incorpore o chocolate derretido. Misture a farinha já com o fermento. Acrescente o creme de leite delicadamente. Asse em forno 160º/170º.

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Agora que os bolos estão prontos nivele a parte de cima de cada um dos bolos brancos, essa etapa é importante para que dê tudo certo na hora de montar.

ImagemFaça uma receita de recheio e monte os bolos brancos de dois em dois.

Recheio:
300g de cream cheese
85g de Manteiga
1 e ½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha

Modo de preparo
Misture o cream cheese e a manteiga, tenha a certeza que os dois estão na mesma temperatura para evitar grumos.
Adicione o açúcar e por fim a baunilha.

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Com um garfo esfarele o bolo red velvet sem dó nem piedade, misture um pouco do recheio pra deixar ele mais molhadinho e deixe na geladeira por umas 2 horas.

ImagemFaça um compasso com dois palitos de dente e um cordãozinho e marque o bolo.

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coloque um palito no centro e segurando-o com firmeza, circule o bolo com o outro. Vai ficar assim.

Usando essa marcação como guia corte em formato de V, (estreitando o corte na parte inferior)

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A parte de cima do bolo (os outros dois bolos brancos) é um pouco mais difícil mas vamos lá: Comece pelo centro do bolo formando essa pequena ilha. Depois com o compasso corte o perímetro maior em direção ao centro.Imagem

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Agora com uma colher arredonde o corte do bolo (isso é que vai formar a parte de cima do coração).

Aqui estão as duas metades do bolo preparadas para receber o preparado de bolo vermelho.

Preencha o espaço com cuidado, apertando levemente o bolo vermelho pra não deixar espaços vazios e com cuidado para não danificar o bolo branco.

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Agora que as duas metades estão prontas, leve-as  para refrigerar por 15 minutos, o bolo dá uma assentada nesse tempo.

Coloque um pouco do recheio nos lados do bolo de baixo para colar as duas metades e boa sorte. Tenha certeza de saber qual é a parte de cima e a de baixo, já pensou depois desse trabalhão todo ter um coração de cabeça pra baixo (igual a interrogação do meu teclado)¿

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prontinho: é só passer o resto do recheio por for a do bolo todo e usar a cobertura que você quiser para enfeitá-lo.Imagem

Aqui  a cobertura é uma glace branca.

E prontinho, é ou não é o bolo mais lindo de todos¿

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Iogurte Grego

Semana passada, provei o Iogurte Grego da Nestle e fiquei encantada. Além de ter uma consistência mega-máster-blaster cremosa, o bichinho é gostoso de verdade. Dei uma passada no facebook e compartilhei a dica.

Para minha surpresa, uma querida amiga me falou que faz iogurte grego em casa e dividiu a receita comigo. Outros amigos ficaram interessadíssimos na tal receita e pediram que eu mandasse para eles também.

Então aproveitando esse momento em que o Caboclo Postadô está gordo que só ele, e só me deixa escrever falando de comida, repasso pra vocês essa receita que é de utilidade pública.

Iogurte Grego

Primeiro passo

Coloque a quantidade de leite que quiser transformar em iogurte (geralmente eu uso 2 litros de leite desnatado, mas com o leite gordo fica ainda mais delicioso) em uma panela e dê uma aquecida de leve (que dê pra colocar o dedo sem queimar), eu geralmente falo que essa esquentadinha é pra fazer um clima pros bichinhos do iogurte namorarem e se reproduzirem.

Quando o leite estiver no ponto, misture com um potinho de iogurte natural (eu sempre uso o consistência firme, pois acho que o resultado fica mais durinho), cubra com um pano de prato limpo e coloque para passar a noite no forno (apagado, off course). No outro dia pela manhã vc já tem iogurte natural pronto.

Coloque na geladeira pra ficar bem geladinho (eu deixei de um dia pro outro).

Segundo passo

ImagemVocê vai precisar de um escorredor ou peneira grande, um pano com trama frouxa, tipo tecido de fralda, e uma tigela funda para aparar o soro.
Coloque o escorredor forrado com o pano sobre a tigela e despeje o iogurte.
Cubra então com uma tampa , una as pontas do pano dando nó  e deixe escorrer…
De vez em quando tire o soro  acumulado para evitar que enchendo a vasilha ele entre em contato com o iogurte no escorredor.
ImagemDepois de duas ou três horas verifique a consistência do iogurte, quanto mais tempo escorre mais firme ficará.
Conserve em geladeira e use puro ou misturado a geléias, caldas, frutas, doces, acompanhando tortas, ou mesmo pratos salgados.
Este iogurte serve de base para a coalhada síria, basta escorrer mais tempo (cerca de 7 ou 8 horas). Depois tempere com azeite de oliva e sal a gosto, use para acompanhar quibe, tabule,
charuto de repolho ou pratos árabes em geral.

Querida Isaura, grata pela receita, pelas fotos e principalmente pelo carinho. Quem tem amigos, tem tudo.